O Coral Cora Coralina é formado por professores, pais e amigos da escola. Todas as 5ª feira das 16h às 17h com a Prof. Nellek. Venha cantar com a gente!
Coral Cora Coralina canta no restaurante Sol do Meio Dia.




Pedimos aos pais que seja dada devida importância a esses momentos, preservando seus filhos no dia anterior de um excesso de atividades e sono tardio, pois as crianças saudáveis devem acordar naturalmente dispostas a esse tipo de atividade (um sono de doze horas é o que eles precisam). E que permitam também que eles descansem após essa manhã ativa na escola. Também é importante o uso de chapéu e sandálias leves que facilitem a colocação e remoção durante o passeio. Se seu filho estiver doente, ideal seria poupá-lo do esforço, trazendo-o para a escola por volta das 10:00h. As professoras se encarregam em levar água para todos e fazem muitas brincadeiras no caminho e na beira da praia! Esse momento é muito especial, e desfrutamos do privilégio de estarmos perto do mar, em um lugar de tantas belezas naturais.



‘Primeiros passos - cuidados integrais das crianças de 0 a 3 anos’
Não violência desde o berço
Aliança pela Infância
UNESCO
SESCSP
19, 20 e 21 de Novembro de 2008
A Aliança pela Infância (www.aliancapelainfancia.org.
A Aliança pela Infância está especialmente preocupada em conscientizar educadores, médicos, pais, políticas públicas, etc. a respeito dos problemas que afligem a infância hoje e em mostrar caminhos para cuidar dos mesmos nas áreas de saúde, cultura, educação, artes, gravidez e parto humanizados, entre outros.
Justificativa
Em Julho de 2007 a Aliança pela Infância organizou, em parceria com o SESC São Paulo e com o apoio da UNESCO, UNICEF, Associação Palas Athena, Associação Comunitária Monte Azul, entre outros, o I Seminário ‘Caminhos da Infância’ ao qual compareceram 650 pessoas com muito interesse pela situação da Infância e com a presença de representantes internacionais da Aliança pela Infância e reconhecidos profissionais brasileiros preocupados com a causa da criança.
Frente à urgência em levar consciência, informação e suscitar a mobilização dos diferentes atores responsáveis pelas crianças, a UNESCO e a Aliança pela Infância, propõem para este ano de 2008 o II Seminário ‘Caminhos da Infância – Primeiros passos - cuidados integrais das crianças de 0 a 3 anos- Não violência desde o berço’
Os primeiros anos de vida constituem as bases emocionais, corporais, cognitivas e sociais na vida do ser humano. Tudo o que a criança vive e recebe como estímulo fica gravado na sua memória ‘orgânica’ e tem conseqüências irreversíveis, tanto positivas quanto negativas, para o resto da vida do ser humano. Considerando a urgência e a importância desta temática, a Aliança pela Infância abre espaço para a partilha e atualização de informações e o debate sobre este período essencial da vida.
Objetivos:
1) Contribuir com informações à respeito do período que vai do nascimento até os 3 anos, à respeito do desenvolvimento integral da criança;
2) Oferecer um espaço de debate e reflexão com especialistas nas diversas modalidades;
3) Realizar um intercâmbio de experiências bem sucedidas na área.
Programação
- 1º. Dia 19 de Novembro
19:00 hs. - 20:00 hs. – Credenciamento
20:15 hs. – Apresentação orquestra infantil
20:40 hs. – Abertura oficial com representantes da Aliança, SESC e Unesco
21:00 hs. – 22:30 hs. – Palestra de abertura – Alejandro Acosta – Diretor Regional da Oficina do Cinde - Centro Internacional de Educación y Desarrollo Humano – Colômbia.
Mediador: Vera Melis
- 2º. Dia 20 de Novembro
10:30h – 13:00 hs. - Mesa redonda 1 - ‘Onde tudo começa’
* PIM – Primeira Infância Melhor – Rio Grande do Sul (40’)
* As descobertas das neurociências e a sensoliaridade do feto – Iole Cunha – Neonatologista – RGS. (40’)
* A importância da vincularidade nos bebês – Saul Cypel – neuro- pediatra, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (40’)
Mediador: FMCSV
Almoço – 13:00h - 14:30h
14:30 hs. – 16:00 hs. - * Palestra – Helle Heckman – Conferencista
‘O brincar - a proposta da pedagogia Waldorf para as crianças pequenas’
Mediador: Chantal Amarante
Intervalo – 16:00 hs. – 17:30 hs. – Cocktail e lançamento de livros
Christopher Clouder e Helle Heckman
17:30 hs. – 20:00 hs. - Mesa Redonda 2 – ‘A SUPERAÇÃO DA DOR’
* “O bebê no Hospital” – Wellington Nogueira – Doutores da Alegria
* ‘Observação de bebês’ – Dulce Nunes – Univ. Saúde Pública do RGS (no teatro ou auditório)
Mediador: André Trindade
20:00 hs. Apresentação dos Doutores da Alegria.
- 3º. Dia 21 de Novembro
9:00 hs – 11:45 hs. - Mesa Redonda 3 - ‘ALIMENTO DE CORPO E ALMA’
* Aleitamento materno - Juliana Dellare Calia - CREN
* Nutrição – Luiz Fernando de Carvalho – Pediatra (40’)
* Os bebês nas creches – a experiência da Favela Monte Azul – Renate Keller Inácio – Pedagoga da Associação Comunitária Monte Azul (40’)
Mediador: Fundação Orsa
12:00 hs. – 13:15 hs. - Palestra – Danielle Wolf Baldi – CEDUC
Mediador: Maria Alice Proença
Almoço - 13:30 hs. – 15:30 hs.
15:30 hs. - 18:00 hs. - Mesa Redonda 4 - ‘As linguagens expressivas na primeira infância’
Mediador: Adriana Friedmann
Público:
Cuidadores, educadores, psicólogos, professores, atendentes, terapeutas corporais, médicos, nutricionistas, enfermeiros, pais e interessados em geral.
Local
SESC Pinheiros
Apoios
Abrine
Associação Comunitária Monte Azul
Associação Palas Athena
Conpaz – Conselho Parlamentar pela Cultura de Paz
Editora Antroposófica
Editora Vozes
Federação das Escolas Waldorf
Fundação Maria Cecília Souto Vidigal
Fundação Orsa
Omep – Organização Mundial de Educação Pré Escolar
SESC SP
Steps
Unesco
Unicef
Umapaz
Patrocinadores
Aliança pela Infância
Federação das Escolas Waldorf
Fundação Mahle
Fundação Maria Cecília Souto Vidigal
Fundação Orsa
Fundação Software
Realização
Aliança pela Infância no Brasil
SESC São Paulo
UNESCO

“Como vivem na criança e no jovem os impulsos sociais e os impulsos anti-sociais?”
Prof. Mário Zoriki (Horizonte Azul)
Nos dias de hoje, em que estamos desenvolvendo a nossa “alma da consciência”, de acordo com R.Steiner predominam as ações anti-sociais (Steiner, 2008). Isto quer dizer que, de forma natural e espontânea, cada vez mais aumentamos o nosso grau de consciência, fortalecendo a atividade individual, egocêntrica (o “Eu” vai se tornando mais forte, autônomo).
O chamado “Currículo Waldorf”, inicia-se desde a vida pré-natal (orientação às gestantes sobre movimentos adequados, alimentação, parto natural, amamentação, sobre o malefício do som eletrônico, etc), seguido do adquirir de autonomia corpórea, liberdade de expressão e auto-confiança nos anos em que mais se aprende na vida – os três primeiros anos.
O aprendizado que se segue, imita “o gesto humano” de um familiar, de uma comunidade, de um povo, de uma raça.
No sétimo ano de vida, já no primeiro dia de aula do ensino fundamental, encontramos a primeira lição sobre “o aprendizado do impulso social”: o aprender a ouvir. Assim pronuncia R.Steiner:
“ ... Trata-se de, realmente, educarmos nossas crianças de maneira que elas, por sua vez, aprendam a atentar para o mundo em redor, para seus semelhantes. É este, aliás, o fundamento de toda vida social. Hoje, todos falam de impulsos sociais, mas entre as pessoas existem impulsos puramente anti-sociais. O socialismo deveria começar pelo fato de as pessoas reaprenderem a prestar atenção nos outros. Isto só será possível quando elas, de fato, aprenderem a se escutar mutuamente.(Steiner, 2003)
Orientada pelo ideal da Trimembração do Organismo Social (Hann, 2007), nasceu a primeira Escola Waldorf em 1919, para os filhos dos operários da Fábrica de Cigarros Waldorf-Astória.
A idéia da “trimembração do organismo social” choca a muitos de nós, porque a consideramos utópica,ilusória; no entanto, os atuais sintomas da vida nos séculos XX e XXI: fome, caos social e violência aos recursos da natureza, esclarecem-nos sobre a necessidade de se buscar e de tornar real uma outra visão-de-mundo.
Foi reconhecendo que, para o desenvolvimento de uma outra visão-de-mundo, é preciso “escutarmos” o que se revela no nosso entorno e nas nossas práticas diárias (de educadores e educandos) que foi levado ao II.Congresso Brasil de Pedagogia Waldorf Ribeirão Preto, julho 2008) a proposta de se despertar a partir das questões sociais que já ecoam nas almas de professores; pistas do caminho a ser trilhado.
Nesse sentido, jovens alunos, mobilizados pela importância que atribuem a esse despertar da comunidade, presentearam todos os participantes do Congresso com “esquetes”, nos intervalos do evento, culminando com uma apresentação teatral do poema “Eros e Psique” de F. Pessoa na noite cultural. Professores ainda tiveram a chance de participar da Oficina “Currículo Social” que aconteceu ao longo do Congresso. Foi distribuído a todos os participantes um livreto “A vocação social da Pedagogia Waldorf – da consciência à realização” que relata alguns passos dados na reflexão sobre um currículo social no contexto da Pedagogia Waldorf.
Profa. Kátia R. Galdi (E.W.Francisco de Assis)
A coragem despontou devagar e sorrateira e de uma simples maneira se instalou nos arredores da E.W. João Guimarães Rosa, durante os cinco dias de julho, no Congresso Pedagógico.Além de inspirarmos no ar os conteúdos da Ciência e da Arte Pedagógica, os mestres ora na 2a , 3a, 4a ou 5a feira vislumbraram a prática social que o vasto currículo dispõe e mergulharam na imagem viva de Fernando Pessoa, em seu poema romântico lúcido, invocando a consciência a transitar entre o sonho e a realidade, reluzindo o tempo do passado ao futuro...
Representando o 9o ano da Escola Waldorf Francisco de Assis, duas alunas indicaram em seus gestos a dramaticidade que Fernando Pessoa deu à palavra; palavra esta que se volta ao mundo sem fronteiras geográficas, políticas, econômicas, culturais, sociais ou temporais.
Lembrando o passado, a Pedagogia Waldorf nasceu e fez vida germinativa através do maior desafio que o homem pôde viver na pós-modernidade: o impulso social; aquele que dorme como a princesa de Fernando Pessoa dormia no balanço, no gramado, ou mesmo na árvore, esperando o infante lhe acordar... Ao despertar de dentro para fora, o mundo ganhou a virtude mais sagrada da era cristã: o amor.
Nele vive a força, a coragem, a perseverança regeneradora; aquela que cada professor, cada homem, cada comunidade compartilha com a luta e o suor do dia a dia.
Em cada ponta uma escola, uma ong, pessoas interessadas e atuantes se perguntavam:
¾ Como despertar quem ainda dorme?
¾ O que fazer para viver na alma da escola o impulso social?
Tantos relatos, experiências vividas hoje, ainda desconhecidas...
Nesse Congresso foi possível olhar de frente para o desafio da nossa era, aquele que impulsionou a existência da pedagogia que tantos no mundo sintonizam; tornou-se real “tocar” na Trimembração do organismo social, ainda que o toque tenha sido tão rápido que nos deixou seu rastro.
Escolas se abrindo para abraçar outra cultura (como o 7o ano da E.W. Rudolf Steiner em contato com os índios Pataxós), envolvê-la em seus braços permitindo às crianças compreender que as diferenças podem e dever ser somadas.
Essa prática possibilita ultrapassarmos o umbral do conhecimento chegando à conquista da liberdade; aquela em que o amor está presente, despojado de quaisquer obstáculos.
Se voltarmos à cena das meninas-princesas, perceberemos que o segredo para a conquista desse umbral deve alcançar a virtude da paciência; não de forma passiva, mas sim de maneira ativa, vivaz, audaz e serena. Um dia será... Pode ser hoje. Que tal começar?
Algumas perguntas que vivem entre nós
A oficina “Currículo Social” contou com a participação de 25 educadores de 14 escolas e instituições do nordeste, centro-oeste e sudeste do país, acolhendo reflexões e perguntas que vivem entre os professores e entre todos da comunidade Waldorf (sejam alunos, funcionários ou pais):
Referência Bibliográfica:
HANN, Herbert.O nascimento da Escola Waldorf a partir dos Impulsos da Trimembração do Organismo Social. Tradução: Rudolf Wiedmann. São Paulo: Federação das Escolas Waldorf, 2007.
STEINER, Rudolf. Impulsos Sociais e Anti-Sociais no Ser Humano. Tradução: Sergio Correa e Fernando Silva. Dornach: Editora Rudolph Steiner. 2008.
STEINER, Rudolf. Arte da Educação II (cap. Metodologia e Didática, 4a palestra). Tradução: Rudolf Lanz. São Paulo: Editora Antroposófica, 2003.
Dia 20 de agosto, aniversário da nossa muito amada Jardim Escola Cora Coralina. São apenas 3 aninhos de vida, mas já temos algumas história pra contar e vivências pra compartilhar. Hoje contamos com a confiança de 38 famílias com filhos matriculados na escola. Contamos também com o grupo de 9 professores, que fazem da Cora sua própria vida, dando-lhe todo amor, atenção e carinho que nossa pequena escola necessita para se desenvolver. Contamos ainda com amigos e colaboradores que juntos olham para o futura da escola.




Aconteceu no dia 28 de junho de 2008 a festa junina da Cora. Teve muita comida, música, apresentação dos alunos, brincadeiras, um bingo que sorteou uma bicicleta, um lindo teatro contracenado pelos pais e claro a fogueira de São João. Veja mais fotos.





